“todo poder emana do povo”
Osni Valfredo Wagner
Professor de Sociologia e Mestrando de Desenvolvimento Regional
Analisando a crise do capitalismo, afeta as políticas neoliberais ao mesmo tempo dá folego para aprofundar as perdas sociais em detrimento de privatizações. O Brasil está imune a essa crise? Mas a hipermiabilidade do nosso telhado é algo questionável. A dívida estatal é galopante, mesmo que não se tenha com FMI, o pior é que os juros com bancos privados são mais elevados aumentando ainda mais a dívida brasileira. Por outro lado reconhecer a existência de avanços sociais é algo plausível, mas de pouco alcance de acesso. Reconhecer avanços não se pode fechar os olhos para a corrupção dos Ministérios, tratado como algo individualizado e não de todo o governo. A utilização de verbas Estatais (públicas) através das ONG – Organização Não Governamental, passou-se a ser uma forma de favorecimento que o aparelhamento estatal vem implementando no país nas últimas décadas. A ética está sendo deixada de lado pelos governos em um continuísmo do clientelismo disfarçado de mudança, mas que mantem os favorecimentos patrimoniais de perpetuar-se no poder a partir de desvios e favorecimento, apadrinhamento, tráfico de influência e abuso de poder. O financiamento privado de campanha fere a nossa constituição em que diz “todo poder emana do povo”, esses financiamentos emanam do poder privado e está a serviço dos mesmos que os financiam, o código florestal, favorece latifundiários, o aumento da Dívida Estatal favorece banqueiros, as privatizações favorecem setores privados entre outros. O esvaziamento do debate não pode acontecer com o engessamento das instituições, nem a captura dos Movimentos Sociais Estudantis, Sindicais, Religiosos e Associativas de Bairros e de Escolas. Trocar a luta por avanços e ou manutenção de Direitos Sociais de Educação, Saúde, Habitação, Transporte etc. Por migalhas e ou promessas como a populista do Pré-sal, que não se consegue regulamentar. A regra é trocada pela excussão, em favorecer a todos e inviabilizando por interesses de estados e municípios que estão em guerra. O conflito não para por ai a inviabilidade do governo Dilma com crises a cada cinquenta dias, tudo para passar no congresso o interesse das elites e não perdemos por esperar os próximos ministérios que serão chacoalhados com indícios ou até mesmo corrupção nos Ministérios, na realidade é no governo.
Versão do Jornal:
CAPITALISMO
Conjuntura
A crise do capitalismo afeta as políticas neoliberais e ao mesmo tempo dá folego para aprofundar as perdas sociais em detrimento de privatizações. O Brasil está imune a essa crise? Mas a impermeabilidade do nosso telhado é algo questionável. A dívida estatal é galopante, mesmo que não se tenha com FMI. O pior é que os juros com bancos privados são elevados, aumentando ainda mais a dívida brasileira. Por outro lado reconhecer a existência de avanços socais é algo plausível, mas de pouco alcance de acesso. Reconhecer avanços não pode fechar os olhos para a corrupção dos ministérios, tratado como algo individualizado e não de todo o governo. A utilização de verbas estatais (públicas) por ONGs (Organizações Não Governamentais) passou a ser uma forma de favorecimento que o aparelhamento estatal vem implementando no país nas últimas décadas. A ética está sendo deixada de lado pelos governos em um continuísmo do clientelismo disfarçado de mudança, mas que mantém os favorecimentos patrimoniais ao perpetuar-se no poder a partir de desvios, apadrinhamentos, tráfico de influência e abuso de poder. O financiamento privado de campanha fere nossa Constituição, que diz "todo poder emana do povo".
Esses financiamentos emanam do poder privado e estão a serviço dos mesmos que os financiam. O Código Florestal favorece latifundiários, o aumento da dívida estatal favorece banqueiros, as privatizações favorecem setores privados.
O esvaziamento do debate não pode ocorrer com o engessamento das instituições, nem com a captura dos movimentos socais estudantis, sindicais, religiosas e associações de bairros e escolas. Não se pode trocar a luta por avanços ou manutenção de direitos sociais de educação, saúde e habitação por migalhas ou promessas como a populista do pré-sal, que não se consegue regulamentar.
O conflito não para por aí. O governo Dilma é inviabilizado por crises a cada 50 dias, tudo para passar no Congreso os interesses das elites. Não perdemos por esperar os próximos ministérios que serão chacoalhados por indícios ou até mesmo por corrupção que na realidade atingem o governo.
Fonte: Folha de Blumenau, p. 3 Articulistas Capitalismo 26 de novembro de 2011.
[edição 484]
PSOL DEFINE NOVA DIREÇÃO MUNICIPAL DE BLUMENAU 28/11/2011 11:23:07
Os novos integrantes do diretório municipal do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) de Blumenau foram eleitos sábado (26). O partido será presidido por Osni Valfredo Wagner. Os demais membros são: Hartmut Kraft (secretário feral e comunicação), Marcos Roberto Bugamann(tesoureiro), Waldir João da Veiga (secretário de formação), Julio Cesar Bugmann (secretário da juventude) e João Lenon Zanelato (secretário de diversidade).
http://www.folhadeblumenau.com.br/site/colunas.php?coluna=Ponto%20Final
Versão do Jornal:
CAPITALISMO
Conjuntura
A crise do capitalismo afeta as políticas neoliberais e ao mesmo tempo dá folego para aprofundar as perdas sociais em detrimento de privatizações. O Brasil está imune a essa crise? Mas a impermeabilidade do nosso telhado é algo questionável. A dívida estatal é galopante, mesmo que não se tenha com FMI. O pior é que os juros com bancos privados são elevados, aumentando ainda mais a dívida brasileira. Por outro lado reconhecer a existência de avanços socais é algo plausível, mas de pouco alcance de acesso. Reconhecer avanços não pode fechar os olhos para a corrupção dos ministérios, tratado como algo individualizado e não de todo o governo. A utilização de verbas estatais (públicas) por ONGs (Organizações Não Governamentais) passou a ser uma forma de favorecimento que o aparelhamento estatal vem implementando no país nas últimas décadas. A ética está sendo deixada de lado pelos governos em um continuísmo do clientelismo disfarçado de mudança, mas que mantém os favorecimentos patrimoniais ao perpetuar-se no poder a partir de desvios, apadrinhamentos, tráfico de influência e abuso de poder. O financiamento privado de campanha fere nossa Constituição, que diz "todo poder emana do povo".
Esses financiamentos emanam do poder privado e estão a serviço dos mesmos que os financiam. O Código Florestal favorece latifundiários, o aumento da dívida estatal favorece banqueiros, as privatizações favorecem setores privados.
O esvaziamento do debate não pode ocorrer com o engessamento das instituições, nem com a captura dos movimentos socais estudantis, sindicais, religiosas e associações de bairros e escolas. Não se pode trocar a luta por avanços ou manutenção de direitos sociais de educação, saúde e habitação por migalhas ou promessas como a populista do pré-sal, que não se consegue regulamentar.
O conflito não para por aí. O governo Dilma é inviabilizado por crises a cada 50 dias, tudo para passar no Congreso os interesses das elites. Não perdemos por esperar os próximos ministérios que serão chacoalhados por indícios ou até mesmo por corrupção que na realidade atingem o governo.
Fonte: Folha de Blumenau, p. 3 Articulistas Capitalismo 26 de novembro de 2011.
[edição 484]
PSOL DEFINE NOVA DIREÇÃO MUNICIPAL DE BLUMENAU 28/11/2011 11:23:07
Os novos integrantes do diretório municipal do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) de Blumenau foram eleitos sábado (26). O partido será presidido por Osni Valfredo Wagner. Os demais membros são: Hartmut Kraft (secretário feral e comunicação), Marcos Roberto Bugamann(tesoureiro), Waldir João da Veiga (secretário de formação), Julio Cesar Bugmann (secretário da juventude) e João Lenon Zanelato (secretário de diversidade).
http://www.folhadeblumenau.com.br/site/colunas.php?coluna=Ponto%20Final
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